O Grupo de Pesquisa em Educação Digital GP e-du UNISINOS/CNPq, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Educação da UNISINOS, tem como foco o desenvolvimento de pesquisas relacionadas aos processos de ensino e de aprendizagem com o uso de tecnologias digitais emergentes. Nesse contexto desenvolve ambientes de aprendizagem tecnológicos digitais e programas de formação docente na área de Educação Digital, incluindo metodologias que se traduzem em práticas pedagógicas e processos de mediação pedagógica utilizando as mais recentes Tecnologias Digitais Virtuais, tais como: Ambientes Virtuais de Aprendizagem, Agentes Comunicativos, Metaversos, e as Tecnologias Móveis e Sem Fio – TMSF, as quais possibilitam novas modalidades de Educação (Educação online e suas derivações: e-learning, b-learning, m-learning, p-learning, u-learning). Tanto o desenvolvimento de ambientes tecnológicos quanto os programas de formação docente estarão suportados pelas atuais teorias de aprendizagem, num paradigma epistemológico interacionista-construtivista-sistêmico, de forma que resulte num processo de construção coletiva do conhecimento.
Entre as principais tecnologias digitais virtuais desenvolvidas pelo GP e-du é possivel citar:
• O Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA-UNISINOS;
• A Agente Comunicativa Mariá (em parceria com PPG em Computação Aplicada);
• O Mundo Virtual em 3D – AWSINOS;
• O Ambiente de Competência em Contexto COMTEXT, para dispositivos móveis (em parceria com PPG em Administração e PPG em Computação Aplicada);
• A Ilha UNISINOS e Ilha RICESU no Second Life e
• O Espaço de Convivência Digital Virtual (ECODI-UNISINOS), que integra a tecnologia de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, Mundos Virtuais em 3D e Agente Comunicativo.
Os espaços construídos nos Metaversos (Eduverse e Second Life), pelo GPe-du têm como princípio serem educativos desde a sua concepção, ou seja, no planejamento urbano digital virtual, conceitos relacionados à ecologia, o uso eficiente dos recursos naturais, dentre outros estão presentes. A pesquisa está presente desde o momento da busca e organização da informação para a construção dos espaços, do planejamento urbano digital virtual, pensando nas questões relacionadas à educação para o desenvolvimento sustentável, do ponto de vista dos recursos naturais, até o acompanhamento e avaliação do uso dessa tecnologia. Podemos dizer que esse conjunto compõe o “corpus” para as análises que são realizadas de acordo com o que se quer investigar em cada situação.
A esses ambientes estão vinculadas uma série de pesquisas relacionadas aos processos de ensino e de aprendizagem, baseados na formação de redes, que possibilitam a criação de novos espaços de convivência, capazes de contribuir efetivamente para o processo educativo/formativo no contexto do Ciberespaço. 
Os espaços construídos nos Metaversos (Eduverse e Second Life), pelo GPe-du têm como princípio serem educativos desde a sua concepção, ou seja, no planejamento urbano digital virtual, conceitos relacionados à ecologia, o uso eficiente dos recursos naturais, dentre outros estão presentes. Além disso, as propriedades específicas da natureza desse meio são exploradas, a fim de experimentar as possibilidades existentes. Buscamos criar espaços imaginários e não somente representações de um mundo presencial físico. Por exemplo, o espaço do GP e-du propicia a realização de pesquisas (encontros do grupo para planejamento, para discussões teóricas, reuniões, ações de pesquisa, orientações, processos de ensino e de aprendizagem relacionados a Educação Digital), outros espaços que estamos construindo em parceria com empresas possuem aplicações específicas, vinculadas normalmente a Responsabilidade Social e Educação Corporativa, todas relacionadas a Educação, tais como: uso eficiente de recursos naturais, formação de trabalhadores, dentre outras. Ou seja, a pesquisa está presente desde o momento da busca e organização da informação para a construção dos espaços, do planejamento urbano digital virtual, pensando nas questões relacionadas à educação para o desenvolvimento sustentável, do ponto de vista dos recursos naturais, até o acompanhamento e avaliação do uso dessa tecnologia. Podemos dizer que esse conjunto compõe o “corpus” para as análises que são realizadas de acordo com o que se quer investigar em cada situação.
[1] “Nativos Digitais são os novos sujeitos da aprendizagem, pessoas nascidas num mundo altamente tecnologizado, em rede, dinâmico, rico em possibilidades de acesso a informação, a comunicação, a interação. Para os “Nativos Digitais” as tecnologias digitais estão sempre presentes, imbricadas nas suas ações, eles vivem e pensam com essas tecnolgoias. Elas estão na forma como eles se comunicam, se relacionam com os demais sujeitos e com o mundo, fazem parte das experiências construídas no seu viver e conviver” (Schlemmer, 2006. p. 34 e 35)
[2] “Homo zappiens” é a nova geração que aprendeu a lidar com novas tecnologias, que cresceu usando múltiplos recursos tecnológicos desde a infância. Esses recursos permitiram ter controle sobre o fluxo de informações, mesclar comunidades virtuais e reais, comunicar-se e colaborar em rede, de acordo com suas necessidades. O Homo zappiens é um processador ativo de informação, resolve problemas de maneira muito hábil, usando estratégia de jogo, e sabe se comunicar muito bem. Sua relação com a escola mudou profundamente… o Homo zappiens é digital e a escola é analógica.” (Veen & Vrakking, 2009, p. 12)





